Raquel Anderson tem poema em coletânea que homenageou Maria Bethânia

Da Redação

Recém-saído do forno, “Oswaldão, Obséquios Pantaneiros”, de Raquel Anderson, está a menos de duas semanas para servir de ingresso de mais uma obra da literatura regional nos grandes centros brasileiros. A exemplo de Manoel de Barros e Raquel Naveira – só para citar os mais recentes – o livro de Raquel Anderson será lançado entre os dias 15 e 17, no Rio de Janeiro.

Oswaldão, personagem que inspirou o livro de contos e poemas, é pai da autora, ambos aquidauanenses. Viveu e morreu inebriado pelo fascínio das coisas e gentes pantaneiras, derramando ensinamentos e histórias saborosas, ilustrados por linguagens únicas e bem pitorescas, próprias da singularidade de quem mora neste santuário ecológico que é um dos patrimônios da humanidade.

“O livro tem um viés antropológico e geográfico. Trata de cultura pantaneira”, define a escritora nesta que é sua primeira cria literária. E antes mesmo de estrear nas estantes Raquel já estava na agenda de leituras em Mato Grosso do Sul, com suas crônicas e artigos públicos emsites e jornais do Estado. (MS Notícias)

A visibilidade de sua produção atravessou as divisas estaduais e chegou a outros centros. Antes mesmo de por em prática a ideia de escrever o livro, foi chamada para participar de um concurso nacional de poesias que comemorava os 50 anos de carreira e 70 de idade da intérprete Maria Bethânia. Seu poema “Menina de Trancinhas” ficou entre os 25 selecionados para fazer parte da coletânea “Poesia Para Maria”. Foi o passe-livre para mais um produto guaicuru ganhar espaço nas melhores estantes nacionais.