Jovem armado é preso após manter esposa em cárcere e causar pânico dentro de restaurante

Prisão foi efetuada por um policial militar de folga

Caso ocorreu no Jardim Canguru - Reprodução Google Street View

Um homem de 26 anos foi preso por agredir, manter a esposa em cárcere e atirar contra ela neste domingo (01), no Jardim Canguru em Campo Grande. A vítima, de 19 anos, conta que sofreu agressões sob cárcere e, em certo momento, conseguiu fugir de casa quando o marido saiu para pegar uma arma, calibre 32, na casa de um conhecido. Um policial militar de folga foi quem realizou a prisão.

A jovem contou que vive com o autor há 8 meses e, no sábado (30), foram a uma festa e retornaram para casa por volta das 8h deste domingo, quando o autor passou a acusá-la de tê-lo traído na festa.

Ele, então, saiu da residência para buscar a arma, ela fugiu e foi até a casa de um vizinho, onde pediu para usar o telefone. Ela, consta no boletim de ocorrência, tinha intenção de ligar para seu pai ir buscá-la.

Ao telefonar para o pai, foi informada de que o esposo estava retornando com uma arma nas mãos. Do local, ela saiu correndo pela rua, e entrou em um restaurante onde se escondeu na cozinha.

Anteriormente, quando corria pela rua, o autor realizou um disparo contra a jovem que não foi atingida. Ao tentar efetuar outro tiro, a arma falhou, segundo a polícia. Ele continuou seguindo a vítima e entrou armado no restaurante, onde havia várias pessoas que ficaram com medo. Ao vê-lo armado e muito agressivo, as pessoas que estavam no restaurante ficaram em pânico e tentaram se esconder ou fugir.

Ainda segundo testemunhas, o autor ficou na porta exigindo a presença da esposa, que estava escondida. No local, o cabo da Polícia Militar, Leonardo Gazal, em um momento, conseguiu imobilizá-lo e desarmá-lo.

O policial se identificou, ordenou que ele deitasse ao solo, onde ficou até a chegada de uma viatura que o algemou e o levou à delegacia. Também consta no boletim de ocorrência, que o autor estava muito agressivo e aparentemente sob efeito de entorpecentes. O caso foi registrado na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher).

Fonte: Midiamax