Até o momento a PRF (Polícia Rodoviária Federal) informou que não há interdições de rodovias federais em Mato Grosso do Sul. O fluxo segue normal no trânsito das BR’s que cortam o Estado nesta terça-feira (07). Ao todo são 3.409 km de fiscalização que estão tranquilos.

Havia uma previsão de manifestações nas estradas do País por parte dos caminhoneiros e empresários do setor neste feriado de 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil. Mas a adesão da categoria sul-mato-grossense não aconteceu, como já era esperado.

Em outros estados já há informações de bloqueio por parte dos caminhoneiros. Eles apoiam o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Mas a classe se divide sobre a pauta do movimento, que critica a atuação do STF (Supremo Tribunal Federal).

No entanto, o CNTRC (Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas), a Frente Parlamentar dos Caminhoneiros e Celetistas e mais duas entidades que representam os motoristas de caminhão entraram na manhã de hoje com ação civil pública na Justiça Federal contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a União e 30 militantes bolsonaristas.

Eles querem a adoção de ‘medidas de cessação, reparação e indenização’ por danos patrimoniais, ‘extrapatrimoniais’ ou morais que aconteçam nas manifestações deste 7 de setembro. Ou seja, a própria categoria está rachada.

Vale lembrar ainda que uma nova greve é possível. O Ministério da Infraestrutura vem monitorando a situação, segundo o jornal Gazeta do Povo. Porém, lideranças veem hoje que o momento ampliaria os problemas da categoria com uma nova paralisação, a exemplo da que ocorreu em 2018.

Paralisação em MS

O presidente do Sindicam/MS (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens de Mato Grosso do Sul), Osny Bellinatti, explicou ao Campo Grande News, que os caminhoneiros não devem bloquear rodovias. “Entendemos que o momento é de dificuldade e não devemos prejudicar a população. Mas cada um é livre para participar, tendo responsabilidade. Não somos contra nenhum movimento”, ponderou.

Já o Setlog/MS (Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística) informou que também não apoia eventual paralisação e nenhum sindicalizado está impedido de tomar parte das manifestações.

A PRF informou não ter conhecimento de qualquer paralisação, mas segue acompanhando a situação caso algum ato seja realizado.

Convocação

Há várias semanas, circulam nas redes sociais convocação de caminhoneiros para participar das manifestações convocadas por apoiadores do presidente da República, Jair Bolsonaro. A categoria se divide sobre a pauta do movimento, que critica a atuação do STF (Supremo Tribunal Federal).

Por outro lado, uma nova greve ainda é possível. O Ministério da Infraestrutura vem monitorando a situação, segundo o jornal Gazeta do Povo. Porém, lideranças veem hoje que o momento ampliaria os problemas da categoria com uma nova paralisação, a exemplo da que ocorreu em 2018.

Fonte: Campo Grande News