Segunda-feira, 03 de abril de 2017.
Primeira:
Entramos no “quarto” mês de 2017. Isso significa que o governo de Azambuja tem só 20 meses para acabar. Se levarmos em conta que a eleição de 2018 começa em julho, serão 14 meses para o governador recuperar o prestígio e tentar reeleição. É pouco tempo. Se ele não passar sebo nas canelas, vai morrer na praia.
Segunda:
Dia 10 próximo – segunda-feira que vêm – acaba a “lua-de-mel” de todos os prefeitos. Aqui em Campo Grande, os 100 dias de administração do Marquinhos Trad (PSD), tem muita coisa a comemorar, mas as críticas tendem a recrudescer. Inteligentemente, o prefeito tem prolongado esse período, mas é bom se precaver porque o povo está ficando com estopim curto.
Terceira:
Quando André Puccinelli (PMDB) veio nos fazer uma visita na semana passada, eu disse em tom de brincadeira: “Deveria ter nos avisado, que eu mandaria colocar o tapete vermelho para recebê-lo”. Ele, em tom de brincadeira me disse: “Vermelho não, azul!”. Agora estou em dúvida. Azul pode ser: A cor do PMDB. Lá em Brasília chamam de ‘tapete azul’ os cargos do Senado…
Quarta:
Numa pesquisa política para consumo interno encomendada pelo PMDB, está dando André, Simone Tebet e até o juiz Federal Odilon de Oliveira como candidatos fortes contra Reinaldo Azambuja. Qualquer um deles derrota o governador.
Quinta:
O PMDB possui vários desenhos políticos para derrotar Reinaldo Azambuja em 2018. Pode vir de: André para governador e matar a disputa em primeiro turno. Pode vir de Simone Tebet – que ainda tem mais 4 anos de Senado – e André como Senador. Pode vir de Odilon – se ele quiser – para governador e fazer uma “chapona” que fará ‘barba, cabelo e bigode’ em 2018.
Sexta:
O deputado estadual Paulo Siufi (PMDB), andou afastado das lides políticas. Foi descansar a cabeça nos Estados Unidos com a família. Voltou refeito e animado. Seu estilo em plenário tem deixado muita gente de ‘cabelo em pé’ e ‘cabeça quente’. Excelente tribuno, sabe entrar, sair, juntar e dividir ou passar a bola. Isso na Assembléia era novidade até a sua chegada.
Sétima:
Em Terenos, quem manda na prefeitura é uma secretária e o vice-prefeito. O fato de Donizeth Barraco ser um homem de “poucas letras” tem dificultado a mobilidade do moço. Diante disso, os mais letrados estão deitando e rolando. Mas, que a cidade está abandonada isso ninguém pode negar.
Oitava:
A “Xuxa” descobriu semana passada que “morreu e esqueceu de deitar”. Ela apareceu chorando e desanimada por falta de patrocinadores. Acontece que a Xuxa ainda insiste naquele velho modelo de programa para a gurizada, sem descobrir que ela está mais para avó que para ‘Rainha dos Baixinhos’. Como diz Napólleon Hill: “O tempo é o nosso melhor mestre, só que ele acaba matando todos os seus alunos”. A Xuxa é uma dessas vítimas.
Nona:
A revista VEJA desta semana “acabou” com a fama de honesto do Aécio Neves, deixando o PSDB “virando cambalhota”. Um ex-executivo da Odebrecht, disse que a empresa mandou dinheiro de propina para Aécio que foi depositando na conta da irmã dele num banco em Nova York. Aécio negou, mas agora “Inês é morta”.
Décima:
Hoje às 19 horas, acontecerá no Auditório da Acrissul, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, a 1ª Câmara Participativa, que terá como tema ‘Políticas Públicas Municipais para o Agronegócio’. O assunto é o ‘do momento’. O convite é do nosso querido amigo Vereador João Rocha, presidente da Câmara de Campo Grande, em nome de todos os demais vereadores. Nós estaremos lá.
Amanhã eu volto.

