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Diferentes gerações no combate à violência em Anastácio

Mulheres de diferentes gerações ocuparam as ruas de Anastácio em uma mobilização por respeito, dignidade e pelo direito a uma vida sem violência. A Caminhada Agosto Lilás – Pela Paz em Casa e pelo Fim do Feminicídio reuniu dezenas de participantes em uma ação de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher.

Realizada no dia 26 de agosto, a caminhada foi promovida pelo Fórum da Comarca de Anastácio, em parceria com a Administração Municipal, por meio da Secretaria de Assistência Social e da Coordenadoria da Mulher.

Durante o percurso pelas ruas da cidade, foram realizadas paradas para pronunciamentos e orientações sobre a importância da prevenção, da denúncia e da atuação conjunta da sociedade no combate à violência doméstica e ao feminicídio.

Um dos momentos destacados pelo juiz da Comarca de Anastácio, Luciano Pedro Belladeli, foi a participação das mulheres idosas, que demonstraram força e determinação ao enfrentar inclusive as subidas ao longo do percurso. A presença delas reforçou uma mensagem importante da campanha: “Envelhecer não significa perder direitos.”

A mobilização também chamou a atenção para o fato de que a Lei Maria da Penha protege mulheres de todas as idades. A violência pode atingir diferentes gerações e, da mesma forma, o direito à proteção, ao acolhimento e à denúncia deve alcançar todas as mulheres.

A caminhada terminou no Fórum da Comarca e reuniu autoridades civis e militares, representantes de entidades, projetos sociais e organizações. Participaram, entre outras autoridades, o juiz Luciano Pedro Belladeli; o presidente da Câmara Municipal, vereador Lincoln Pellicioni; os vereadores Fabiano da Silva e Aldo José; a secretária municipal de Assistência Social, Mary Beltrão; além de secretários municipais e representantes das instituições envolvidas.

Integrante das ações do Agosto Lilás, a caminhada reforçou que o enfrentamento à violência contra a mulher depende da união entre poder público, instituições e comunidade.

A violência não tem idade. A proteção também não.

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