Programas sociais estruturantes estão mudando a realidade de milhares de famílias no Estado, garantindo oportunidades, renda e acesso à educação.
Um exemplo é Daniel de Oliveira Ezidio, 25 anos, indígena Terena e estudante de Medicina na UEMS. Graças ao Programa MS Supera, que concede bolsas de estudo de um salário mínimo a estudantes em situação de vulnerabilidade, Daniel pode se dedicar integralmente ao curso e sonha em voltar à sua comunidade em Aquidauana como médico. Antes do benefício, conciliava estudos com trabalho noturno em uma pizzaria. Hoje, além de ser o primeiro da família a ingressar no ensino superior, inspira os irmãos a seguirem o mesmo caminho.
Outras iniciativas, como o Mais Social, que atende 39 mil beneficiários, e o MS Qualifica, com cursos gratuitos de capacitação, também abrem portas para o mercado de trabalho. O Programa de Apoio à Mãe Trabalhadora garante vagas em creches, permitindo que mães chefes de família possam trabalhar com tranquilidade.
Essas ações fazem parte do plano de Mato Grosso do Sul para erradicar a extrema pobreza, levando inclusão e dignidade aos 79 municípios. O impacto já é visível: segundo o IBGE, a pobreza extrema caiu 25% entre 2022 e 2023, retirando mais de 56 mil pessoas da vulnerabilidade.
A geração de empregos acompanha esse avanço: de janeiro a julho de 2025 foram criados 26.755 novos postos formais, principalmente nos setores de serviços, construção e indústria.
Para o governador Eduardo Riedel, o caminho para vencer a pobreza é oferecer trabalho, renda, educação e oportunidades. A secretária de Assistência Social, Patrícia Cozzolino, destaca que a mudança é estrutural: o Estado vai até as famílias que mais precisam, garantindo qualificação e condições reais de transformação.
Com políticas que unem assistência social, educação e empregabilidade, Mato Grosso do Sul se aproxima do objetivo de se tornar o primeiro estado brasileiro a erradicar a extrema pobreza.

