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Enquanto Hospital alerta sobre superlotação de Covid, bar de policial bomba em Aquidauana

Leitores do JNE Diário revoltados com as postagens de um bar na noite desta sexta-feira, 21, localizado na Rua Estevão Alves Corrêa, em Aquidauana, onde mostra o local lotado de jovens, denunciaram que o estabelecimento está sempre com aglomerações, já que pode ficar aberto antes do toque de recolher. Frequentadores aglomerados, sem o uso de máscaras e desrespeitando o distanciamento.

As denúncias apontam ainda que o comércio pertence a uma perita da Polícia Civil e ao esposo, que não se intimidam nem um pouco em não cumprir os protocolos de segurança necessários para que o bar receba clientes. Lembrando que, também compete a Policia Civil a liberação dos alvarás para funcionamento de locais como esse.

Nesta sexta-feira o Hospital Regional de Aquidauana também emitiu uma nota em suas redes sociais alertando para a lotação máxima da UTI – Unidade de Terapia Intensiva e também para a lotação dos leitos clínicos de Covid. Dados da Secretaria Municipal de Saúde apontam que a cidade registrou quase 100 contaminados pelo vírus, em 3 dias.

Parece que os jovens ainda não se conscientizaram de que a nova variante do coronavirus está acometendo pessoas mais novas, levando a morte até mesmo crianças. E a conscientização precisa ser maior, já que a variante indiana já está presente no Brasil. O Maranhão confirmou, nesta quinta-feira (20), que seis casos da cepa indiana B.1.617 estão no Estado.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cepa indiana é mais transmissível do que o vírus original e a classifica como uma preocupação global.

O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, disse também em live na manhã desta sexta-feira que o mês de maio, junho e julho podem ser trágicos em números de casos confirmados, mortes e internações por Covid-19.

Resende ainda lamenta o recorde de casos confirmados registrado nesta sexta e alerta que se confirmações continuarem em alta, Mato Grosso do Sul pode ter falta de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“Estou fazendo esse alerta, porque a terceira onda está chegando. Poderemos ter não só rios, mas mares de lágrimas nos próximos dias porque está morrendo muita gente, gente jovem, gente que ainda não completou o ciclo vacinal”, alertou.

Uma moradora comentou revoltada sobre aglomerações no local
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