Com agências/AN
De acordo com o delegado Eder Galavoti, que investiga o caso, a própria estudante teria comprado a buzina, minutos antes, em um posto de gasolina. Ainda segundo Galavoti, os jovens costumam retirar a corneta e inalar o gás como entorpecente. “Verificando os componentes, a gente percebe que ele não tem efeito alucinógeno nenhum, mas tem muita pressão. Por isso, a pessoa fica momentaneamente sem oxigênio no cérebro, o que provoca euforia”, explica.
Apesar de ainda aguardar o resultado da necropsia, o delegado acredita que Maria Luiza morreu em decorrência de uma parada cardíaca. “Se a pessoa já tem problemas cardíacos, o gás pode acelerar isso. Ela inalou várias vezes, tanto que recolhemos o tubo quase vazio.
Um dos amigos ainda tentou fazer uma massagem cardíaca antes da chegada dos bombeiros, mas não adiantou”, afirma. O corpo da estudante foi encaminhado para o Instituto Médico Legal, onde serão feitos os exames que determinarão a causa da morte.
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