Em reunião com o presidente Lula nesta segunda-feira (26), o presidente da FIFA, Gianni Infantino, defendeu que o esporte deve permanecer separado da política. O dirigente comentou sobre as ameaças de boicote à Copa do Mundo Masculina de 2026 (EUA, México e Canadá) e confirmou que o Brasil está “pronto” para sediar o Mundial Feminino em 2027. Além disso, a CBF anunciou o desejo de trazer o Mundial de Clubes de 2029 para o país.
Futebol x Geopolítica O clima esquentou nos bastidores da Copa de 2026 após o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar tarifas contra países que não apoiarem seu plano de assumir o controle da Groenlândia. Apesar de rumores de boicote por parte de seleções europeias, Infantino foi enfático:
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União: “O Mundial serve para unir as pessoas, especialmente no mundo de hoje”.
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Alta Procura: A FIFA já recebeu 500 milhões de pedidos para apenas 6 milhões de ingressos disponíveis, mostrando que o público não pretende abrir mão do evento.
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Posição da França: A ministra dos Esportes francesa, Marina Ferrari, já descartou qualquer intenção de boicote, pregando a separação entre esporte e política.
Brasil 2027: Mais que Futebol Para a Copa do Mundo Feminina no Brasil, a FIFA espera receber 3 milhões de torcedores. Infantino destacou que o evento terá um papel social importante:
“O objetivo é impulsionar o futebol feminino e causas como o combate à violência contra a mulher e ao feminicídio. Vamos trabalhar na educação deste tema”, afirmou o dirigente.
Candidatura para 2029 A grande surpresa do encontro foi o anúncio de Samir Xaud, presidente da CBF. O Brasil deve oficializar sua candidatura para sediar o Mundial de Clubes da FIFA em 2029. O torneio, que agora conta com 32 equipes, seria um teste final de infraestrutura após o sucesso esperado para o Mundial Feminino.

