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Moraes reage à soltura de condenado do 8/1 e determina investigação contra juiz de Minas Gerais

Brasília e Uberlândia (MG) – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (19 de junho de 2025) a instauração de um inquérito no STF contra o juiz Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro, da Vara de Execuções Penais de Uberlândia (MG). A ação visa apurar a concessão de progressão de regime ao mecânico Antônio Cláudio Alves Ferreira, condenado a 17 anos por depredação – destruiu o relógio histórico de Dom João VI no Palácio do Planalto durante os ataques de 8 de janeiro de 2023.

Contexto da decisão

Reações e consequências

Detalhes sobre o juiz investigado

Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro atua como juiz de Execuções Penais em Uberlândia desde 2013. É formado em Direito (2001), com especialização em Direito Civil pela UFU e mestrado em Direito das Relações Econômicas e Sociais pela Faculdade Milton Campos. Ele já ganhou notoriedade em 2017 ao autorizar tratamento hormonal para uma adolescente trans .

Implicações jurídicas

A iniciativa de Moraes reforça a tese de que os processos ligados aos eventos de 8 de janeiro têm competência exclusiva do STF para definição de benefícios e execução de penas. A medida também busca resguardar a coerência da aplicação da Lei de Execução Penal e a manutenção da integridade do sistema judicial brasileiro.

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