A Secretaria de Estado de Saúde (SES) iniciou 2026 com uma estratégia agressiva para conter o avanço da Dengue e Chikungunya em Mato Grosso do Sul. Com foco na antecipação, o governo alinhou com os 79 municípios a implantação de novas metodologias de controle, como as “Estações Disseminadoras de Larvicida” e as “Ovitrampas”, visando barrar a proliferação do Aedes aegypti antes do pico sazonal.
Novas Armas contra o Mosquito Neste ano, o estado deixa de focar apenas no fumacê tradicional e passa a utilizar métodos que usam o próprio mosquito contra a espécie:
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Estações Disseminadoras de Larvicida (EDL): O mosquito entra na armadilha, se contamina com o larvicida e o carrega para locais de difícil acesso, como calhas e telhados.
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Ovitrampas: Armadilhas que monitoram a quantidade de ovos, permitindo que a saúde saiba exatamente onde há maior risco de infestação.
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Borrifação Residual (BRI): Aplicação de inseticida de longa duração em locais de grande circulação, garantindo proteção por várias semanas.
Cenário em Alerta A gerente de Doenças Endêmicas, Jéssica Klener, alertou que os casos de dengue neste início de janeiro já superam os números do mesmo período do ano passado. Além disso, a transmissão de chikungunya já foi detectada em algumas cidades do estado, o que exige vigilância redobrada dos agentes e da população.
A Regra dos 10 Minutos A SES reforça que o trabalho dos agentes só é eficaz se o morador colaborar. A recomendação é que cada cidadão dedique 10 minutos por semana para inspecionar o próprio quintal.
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Foco nos Mutirões: Em 2026, os mutirões serão estratégicos, focando nos depósitos predominantes de cada bairro (como caixas d’água mal tampadas ou lixo acumulado).

