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Aquidauana em alerta CLIMA DE DESERTO: ar chega a 17% de umidade

Mato Grosso do Sul enfrenta umidade crítica e cidades registram índices abaixo de 20%

Na última semana, todas as regiões de Mato Grosso do Sul enfrentaram umidade relativa do ar abaixo de 20%, nível considerado crítico pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A condição é resultado da atuação de uma massa de ar frio sobre o estado.

Mais de 20 municípios registraram índices preocupantes. Os menores foram em Chapadão do Sul, Paranaíba, Sonora e Água Clara, onde a umidade chegou a apenas 13%.

📉 Outros registros no estado:

  • 14%: Cassilândia, Costa Rica, Coxim e Três Lagoas

  • 15%: Campo Grande e São Gabriel do Oeste

  • 16%: Bataguassu e Ivinhema

  • 17%: Aquidauana, Corumbá e Sidrolândia

  • 18%: Dourados e Miranda

  • 19%: Jardim e Rio Brilhante

  • 20%: Amambai e Maracaju

Riscos à saúde

Com a umidade tão baixa, a população pode apresentar sintomas como nariz e garganta secos, sangramentos nasais, cansaço, dores no corpo e sinais de desidratação.

O médico pneumologista Ronaldo Queiroz explicou que esse cenário favorece o aumento de doenças respiratórias.

“O ressecamento das vias aéreas facilita a entrada de vírus e bactérias, aumentando os casos de sinusite e até pneumonia”, destacou.

Cuidados recomendados

Segundo o especialista, a principal medida é manter a hidratação, com consumo médio de 2 a 3 litros de água por dia. Ele também recomenda:

  • Evitar exposição ao sol entre 10h e 16h;

  • Dar preferência a locais com sombra e vegetação;

  • Usar umidificadores de ar, especialmente no quarto antes de dormir;

  • Evitar o tabagismo.

Quando procurar atendimento médico?

  • Casos leves: repouso, hidratação e uso de antitérmicos ou descongestionantes são suficientes.

  • Procure o pronto-socorro em situações de falta de ar, febre alta ou chiado no peito, sinais que podem indicar pneumonia grave.

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