A partir desta quinta-feira, 1º de janeiro de 2026, o novo salário mínimo de R$ 1.621 passa a valer em todo o Brasil. O reajuste representa um aumento de 6,79% (ou R$ 103 a mais) em relação ao valor anterior de R$ 1.518, que vigorou durante o ano de 2025.
Como o cálculo foi feito? O novo valor foi definido com base na regra de valorização que combina dois fatores:
Inflação (INPC): Acumulada em 4,18% nos últimos 12 meses.
Crescimento do PIB: Baseado na expansão da economia em 2024.
Devido às regras do arcabouço fiscal, o ganho real (acima da inflação) foi ajustado para garantir o equilíbrio das contas públicas, resultando no arredondamento final para R$ 1.621.
Impacto na Economia Segundo o Dieese, a circulação desse novo montante deve injetar cerca de R$ 81,7 bilhões na economia brasileira ao longo do ano. Em cidades como Aquidauana e região, o impacto é sentido diretamente no comércio local e no setor de serviços, impulsionado pelo maior poder de compra de aposentados, pensionistas e trabalhadores que recebem o piso nacional.
Benefícios que mudam com o mínimo: Além do salário mensal, o novo valor altera o cálculo de diversos benefícios e taxas, como:
Aposentadorias e Pensões do INSS;
PIS/Pasep;
Seguro-desemprego;
Contribuições do MEI (Microempreendedor Individual).

