O ex-presidente Jair Bolsonaro foi diagnosticado com um tipo de câncer de pele após a remoção de lesões suspeitas em seu corpo. A confirmação veio após procedimento realizado em Brasília, no qual oito áreas da pele foram retiradas para análise — duas delas apresentaram carcinoma de células escamosas, um tipo de câncer cutâneo não melanoma.
O ex-presidente havia sido internado com sintomas como tontura, vômitos e queda de pressão arterial. Apesar do susto, seu quadro clínico evoluiu bem, e ele recebeu alta hospitalar após observação.
O carcinoma espinocelular, tipo identificado em Bolsonaro, é mais agressivo que o carcinoma basocelular, mas ainda assim apresenta altas taxas de cura quando tratado precocemente. A doença está relacionada principalmente à exposição prolongada ao sol sem proteção, sendo mais comum em pessoas de pele clara e com idade avançada.
Segundo os médicos, todas as lesões foram removidas com sucesso, e não será necessário tratamento complementar como quimioterapia neste momento. O ex-presidente seguirá em acompanhamento médico periódico para monitorar possíveis novos sinais da doença.
O caso reacende o alerta sobre os cuidados com a pele e a importância do diagnóstico precoce. Especialistas reforçam que qualquer mancha, ferida ou alteração persistente na pele deve ser avaliada por um dermatologista.


