O JNE está apurando denúncias de importunação sexual supostamente praticadas pelo professor M. N. J. contra alunas da escola onde leciona, em Anastácio. As ocorrências teriam sido registradas junto à Delegacia de Polícia Civil do município.
Levantamento preliminar realizado pela reportagem indica que há registros no sistema policial relacionados a importunação sexual, com procedimentos instaurados na Delegacia de Polícia de Anastácio em diferentes períodos. Parte desses registros aponta o investigado na condição de suspeito, com casos ainda em tramitação interna.
Entre as ocorrências identificadas estão registros dos anos de 2025 e 2022, classificados como importunação sexual e assédio sexual, o que reforça a necessidade de uma apuração mais detalhada por parte das autoridades competentes.
A reportagem do JNE busca confirmar se os registros estão relacionados ao mesmo profissional da área da educação e se os fatos envolvem alunas da rede de ensino do município. Até o momento, os casos seguem sob investigação da Polícia Civil.
O crime de importunação sexual, previsto no artigo 215-A do Código Penal, consiste na prática de ato libidinoso sem o consentimento da vítima e pode resultar em pena de 1 a 5 anos de prisão.
O JNE entrou em contato com autoridades locais para obter posicionamento oficial sobre o caso e também busca ouvir a direção da instituição de ensino citada nas denúncias. O espaço permanece aberto para manifestações e esclarecimentos.
A identidade das possíveis vítimas não está sendo divulgada, em respeito à legislação e para não comprometer o andamento das investigações.
Caso as suspeitas sejam confirmadas, o caso poderá resultar tanto em procedimentos criminais quanto administrativos, além de medidas de proteção às estudantes envolvidas.
Assim que todas as informações forem confirmadas e devidamente apuradas, o JNE publicará uma reportagem completa com todos os detalhes do caso.

