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Professor que abusou de aluna no IFMS de Aquidauana não ficou nem 24 horas preso

Professor do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, Campus Aquidauana, preso nesta quinta-feira (27) após ser flagrado pelas câmeras de videomonitoramento abusando de uma aluna de 14 anos dentro de uma das salas da Instituição, teve a liberdade concedida pela Justiça menos de 24 horas após a prisão.

O alvará foi expedido pela juíza Kelly Gaspar Duarte Neves, da Vara Criminal, Infância e Juventude de Aquidauana nesta sexta-feira (28) após o abusador passar por audiência de custódia. Fontes do JNE que tiveram acesso à decisão disseram que a magistrada alegou que o homem tem bons antecedentes, residência e emprego fixos.

Outro fato que chama a atenção é o fato ser registrado como importunação sexual.

O crime

De acordo com informações levantadas pelo JNE, uma equipe da Polícia Militar foi acionada pela diretora do IFMS nesta quinta-feira (27), onde relatou que a psicóloga havia informado que uma aluna procurou ajuda e estava bastante nervosa.

A aluna de 14 anos procurou a psicóloga da instituição bastante nervosa por volta das 17 horas, contando que o professor em questão pediu para ela ficar após a aula para falar sobre uma atividade, sendo que o homem se colocou atrás da carteira da menina e passou a acariciá-la nos ombros.

O homem ainda teria feito perguntas para a aluna, como: “qual o número do seu sutiã?” E também perguntou se ela gostava da sua boca. O homem ainda teria passado as mãos em suas pernas e virilha e apalpando os seios da adolescente.

Depois do relato da aluna, a diretora da instituição de ensino acessou as câmeras de segurança que existe dentro da sala de aula, comprovando a conduta criminosa do professor, onde de imediato acionou a Polícia Militar para que providências fossem tomadas.

Até ser encaminhado para a audiência de custódia, o professor ficou à disposição da Justiça no presídio militar do 9° Batalhão de Engenharia de Combate Carlos Camisão, por ser militar da reserva do Exército.

Nas redes sociais, que foram desativadas após o ocorrido, o assediador se intitulava pastor e “servo do Senhor”.

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