Mato Grosso do Sul confirmou a primeira morte por chikungunya em 2026. A vítima é uma mulher indígena que vivia em Dourados, conforme dados divulgados pelo Ministério da Saúde.
Outro óbito também está sob investigação no município de Aquidauana, o que acendeu o alerta das autoridades de saúde na região.
De acordo com o painel de monitoramento das arboviroses, o estado já registrou 2.383 casos prováveis de chikungunya nas nove primeiras semanas epidemiológicas de 2026, um aumento significativo em comparação com o mesmo período do ano passado.
A situação é considerada preocupante, principalmente na reserva indígena de Dourados, onde há intensa transmissão da doença.
A chikungunya é causada por um vírus transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo responsável pela dengue e pela zika.
Entre os principais sintomas estão febre alta, dores intensas nas articulações, cansaço e manchas pelo corpo. Em alguns pacientes, as dores nas articulações podem persistir por meses.
As autoridades de saúde reforçam que a principal forma de prevenção é eliminar água parada, locais onde o mosquito se reproduz.



